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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A RESSUREIÇÃO DO LIXO

A MAIORIA DAS COISAS QUE JOGAMOS NO LIXO SÃO EMBALAGENS SEMI-NOVAS E MUITO COLORIDAS CHEIAS DE ARTES FEITAS COM MATERIAIS DE ÓTIMAS QUALIDADES PARA NOS GARANTIREM  A QUALIDADE   DO PRODUTO QUE ACONDICIONA.  QUANDO COMPRAMOS O PRODUTO PAGAMOS PELA  BELEZA SEGURANÇA E SOFISTICAÇÃO DAS EMBALAGENS, UM CUSTO BEM ALTINHO E NÓS SIMPLESMENTE "JOGAMOS FORA". O ATO DE JOGAR FORA JA SOA COMO ALGO ERRADO, A FORMA QUE JOGAMOS ENTÃO, DESVALORIZA TOTALMENTE A EMBALAGEM TORNANDO- A FEIA E INÚTIL, MISTURADA A TODO TIPO DE OUTROS DESCARTES, VEM OS CAMINHÕES DE COLETA JOGAM  NA CARROCERIA, MISTURAM  A TODO TIPO DE SUJEIRAS, AMASSAM TORNANDO COISAS LINDAS EM  UMA MISTURA INÚTIL. PODEMOS MUDAR ISSO VAMOS LUTAR POR DIGNIDADE HUMANA?
NÃO É PORQUE SOU CATADOR QUE PRECISO SEPARAR DA IMUNDICIE O QUE É  RECICLÁVEL... LAVAR_ SEPARAR_ EMBALAR_ COLETAR E RECICLAR.... EU ACREDITO NA VISÃO CORRETA DO CIDADÃO  BRASILEIRO, SOBRE O BEM COMUM, E NO SEU ESFORÇO SEM MEDIDAS EM BENÉFICIO DE UM MEIO AMBIENTE MELHOR MAIS LIMPO E MAIS SAUDÁVEL AGORA, LEGANDO AS GERAÇÕES FUTURAS O UTILITARISMO, O VALOR E A BELEZA DAS COISAS  QUE NÃO SERVEM  PARA NÓS, MAS SERVEM PARA OUTROS,  QUANDO MANUSEADAS  E DIRECIONADAS DA FORMA CORRETA...." RECICLAGEM É A ARTE DE FAZER RESSUCITAR  NOVIDADES DE ALGO ABSOLETO" SÓ EXISTE UM CAMINHO QUE TORNA POSSIVEL TODOS OS TIPOS DE RECICLAGEM: A PRÁTICA DA COLETA SELETIVA, QUE DEPENDE DA BOA VONTADE DAS EMPRESAS DE COLETA,QUE DEPENDE DA BOA VONTADE DO CIDADÃO EM SEPARAR OS RESÍDUOS CORRETAMENTE, QUE DEPENDE DA ORIENTAÇÃO AO CIDADÃO EM COMO EDENTIFICAR OS RESÍDUOS PODEM FICAR JUNTOS.FECHOU

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MISSÃO

Por que isto é importante

sou artísta plástica, e acho preocupante a situação da falta de uma política eficiente de valorização dos resíduos sólidos, na qual todos possamos participar porque todos os resíduos são extremamente reaproveitáveis e se não forem reutilizados se tornam inimigos do meio ambiente e de todos os seres vivos. cada pessoa produz em média,1kg e 1/2 de lixo por dia,e a sua maior parte acaba poluindo o mar, praias, entupindo bueiros, contaminando os lenções freáticos, o ar que respiramos e causando um sem número de doenças e somente nós cidadãos poderemos frear esses descartes inadequados entregando as empresas de coleta nossos resíduos selecionados e limpos, para que eles possam fazer a parte deles dentro do sistema logístico com dignidade
nós cidadãos precisamos tomar a frente da destinação correta do lixo que produzimos, promovendo a coleta seletiva do lixo doméstico, contribuindo desta forma com a implantação da reciclagem em nossa cidade e em nosso país, tudo na vida é feito de trocas, é a lei da reciprocidade e se não dermos o primeiro passo ninguém poderá fazer por nós

como contribuir por um meio ambiente mais conservado e melhor clic no link abaixo

http://www.avaaz.org/po/petition/acao_cidada_pela_legalizacao_da_coleta_seletiva_domestica/?cybnXbb

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A AÇÃO DO LIXO SOBRE AS ÁGUAS


ÁGUAS: ABUNDÂNCIA E ESCASSEZ

 12 de abril de 1961. O Major Yuri A. Gagarin dá a volta completa em torno da Terra em 1 hora e 40 minutos. "A Terra é azul!". A mensagem remete-nos à preeminência da água. Ela recobre ¾ da superfície do nosso planeta e constitui também ¾ do nosso organismo. Entre todos os elementos que compõem o universo, a água é talvez aquele que melhor simboliza a essência do homem, desempenhando um papel fundamental no nosso equilíbrio.

Os oceanos, rios, lagos, geleiras, calotas polares, pântanos e alagados cobrem cerca de 354.200 km² da Terra, e ocupam um volume total de 1.386 milhões de km³. Apenas 2,5% desse reservatório, porém, consiste de água doce, fundamental para a nossa sobrevivência, sendo o restante impróprio para o consumo. Além disso, 68,9% da água doce está na forma sólida, em geleiras, calotas polares e neves eternas. As águas subterrâneas e de outros reservatórios perfazem 30,8%, e a água acessível ao consumo humano, encontrada em rios, lagos e alguns reservatórios subterrâneos, somam apenas 0,3%, ou 100 mil km³. O Brasil tem 12% da concentração mundial de água doce.

Por que tal abundância de água não nos protege da sua falta?

Haverá mesmo falta d'água na Terra? O ciclo hidrológico compreende o movimento da água em suas várias formas, mantém um fluxo permanente com o volume inalterado desde o nascimento da Terra. O homem, por sua vez, tem se apropriado dos recursos sem a preocupação de preservar os ciclos naturais, como se a existência da água fosse uma dádiva dos céus.

A disponibilidade da água tornou-se limitada pelo comprometimento de sua qualidade. A situação é alarmante: 63% dos depósitos de lixo no país estão em rios, lagos e restingas. Na região metropolitana de São Paulo, metade da água disponível está afetada pelos lixões que não tem qualquer tratamento sanitário. No Rio de Janeiro diminuiu-se a oferta de água para fins de uso doméstico e industrial devido à poluição crescente por esgoto urbano. A Região Norte, que tem a maior reserva de água doce do Brasil, é a que mais contamina os recursos hídricos despejando agrotóxicos, mercúrio dos garimpos e lixo bruto nos rios.

Segundo dados do IBGE, de 1999, 70,9% dos brasileiros possuem residência; desse total apenas 75% dispõem de água potável e 59% de rede de esgoto; 94% dos esgotos não são tratados e 80% das doenças são causadas ou disseminadas pela falta de saneamento. A água de má qualidade pode ser fatal. A cada ano as doenças provocadas por ela causam 3 milhões de mortos no mundo, crianças na maioria, e provocam mais de 1 bilhão de enfermidades.
.O Brasil, além dos problemas de poluição dos reservatórios naturais e dos processos desordenados de urbanização e industrialização, tem como causa da degradação da qualidade da água o desperdício provocado por escoamento defeituoso nas tubulações e o desperdício doméstico.

Falta uma maior eficiência política dos governos que estabeleça ações públicas e privadas para um melhor gerenciamento dos recursos hídricos. Baseado nisso, o Banco Mundial adotou alguns procedimentos em nível global para melhoria do gerenciamento da água. Eis alguns: ·

Incorporar as questões relacionadas com a política e o gerenciamento dos recursos hídricos nas conversações periódicas que mantém com cada país e na formulação estratégica de ajuda aos países onde as questões relacionadas com a água são significativas.

  • Apoiar as medidas para o uso mais eficiente da água. ·
  • Dar prioridade à proteção, melhoria e recuperação da qualidade da água e à redução da poluição das águas através de políticas "poluidor-pagador" (quem polui paga, na proporção do dano). ·
  • Apoiar os esforços governamentais para descentralizar a administração da água e encorajar a participação do setor privado, a participação das corporações públicas financeiramente autônomas e das associações comunitárias no abastecimento de água aos usuários. ·
Apoiar programas de treinamento para introduzir reformas nos sistemas de gerenciamento de água e controle de despejo do lixo em rios, nascentes e por cima de lençõe freáticos
.
Tabela 2 - Doenças relacionadas à água.

Doenças
Número por ano (1993)

Casos de doenças
Mortes
Cólera
297.000
4.971
Febre tifóide
500.000
25.000
Giardíase
500.000
Baixo
Amebíase
48.000.000
110.000
Doenças diarréicas
(idade < ou igual 5 anos)
1.600.000.000
3.200.000
Esquistossomose
200.000.000
200.000

Fonte: Ivanildo Hespanhol - OMS.

Hoje a população urbana brasileira corresponde a 76% e no estado de São Paulo essa taxa cresce para 91%. A tendência é que, conforme a cidade vá se expandido em áreas rurais e periféricas, geralmente de forma não-planejada, os mananciais sejam contaminados com o despejo de esgoto e de lixo. Essa contaminação também pode atingir os aqüíferos através da perfuração de poços sem cuidado específico e através de fossas sépticas que contaminam os lençóis freáticos.

Enquanto aumenta a demanda de água a sua qualidade piora, encarecendo os custos de tratamento. saneamento, o Enquanto a solução não chega, a atitude mais barata e ao alcance de todos no momento são as campanhas de conscientização para um uso racional da água, assim como o seu reaproveitamento caseiro 

ÁGUAS SUBTERRÂNEAS - O caso dos depósitos de lixo e a contaminação das águas subterrâneas também chama atenção. A água da chuva dissolve os resíduos acumulados nesses depósitos e em seguida os carrega para o subsolo, poluindo os poços que servem ao abastecimento urbano. Por isso, os locais de escavação de poços e as áreas que os circundam devem ser muito bem escolhidos e precisam ficar protegidos de rejeitos e substâncias tóxicas. Naturalmente, algumas condições são mais favoráveis.


A participação da população na gestão da água é hoje um desafio para as ONGs e para a sociedade civil. Alguns programas tem sido implementados na tarefa de conscientizar a população quanto ao desperdício e conservação da água ...
CICLO HIDROLÓGICO

Apesar de termos a impressão de que a água está "acabando", a quantidade de água na Terra é praticamente invariável há 500 milhões de anos. O que muda é a sua distribuição, pois a água não permanece imóvel. Ela se recicla através de um processo chamado Ciclo Hidrológico, através do qual as águas do mar e dos continentes se evaporam, formam nuvens e voltam a cair na terra sob a forma de chuva, neblina e neve. Depois escorrem para rios, lagos ou para o subsolo e aos poucos correm de novo para o mar mantendo o equilíbrio no sistema hidrológico do planeta.

As eventuais "perdas" de água se devem mais à poluição e à contaminação, que podem chegar a inviabilizar a reutilização, do que à redução do volume de água da Terra. A existência do Ciclo Hidrológico é uma das provas de que o gerenciamento adequado dos recursos hídricos, e não a "falta d'água", é o maior problema a ser enfrentado pela humanidade.

 MUITA ÁGUA, MUITA SEDE

Novos conflitos internacionais, motivados pela disputa pela água, deverão aparecer nas próximas décadas. Crescem as previsões de que, em regiões como o Oriente Médio e a bacia do rio Nilo, na África, a água vá substituir o petróleo como o grande causador de discórdia. A razão é a escassez do precioso líquido transparente nesses lugares.

Dos 2,5% de água doce da Terra, 0,3% são acessíveis ao consumo humano. Essa cifra demonstra claramente a diferença entre água e recursos hídricos, ou seja, água passível de utilização como bem econômico. A quantidade total de água da Terra, portanto, é suficiente para abastecer toda a população com folga. Isso porque o ciclo hidrológico mantém um fluxo constante do volume de água, a uma taxa de 41.000 km³/ano. Desse fluxo, mais da metade chega aos oceanos antes que possa ser captado e um oitavo atinge áreas muito distantes para poderem ser usadas. Estima-se que a disponibilidade efetiva de água esteja entre 9.000 e 14.000 km³/ano. Enquanto isso, a demanda total de água prevista para o ano 2000 deverá atingir apenas cerca de 4.500 km³/ano. Assim, em termos globais, não existe perigo de escassez de água.

DICIONÁRIO PARA ESTUDO CASO 1:

PREEMINÊNCIA: que ocupa lugar mais elevado.
MANANCIAIS: fonte de abastecimento de água que pode ser um rio, lago, poço, nascente, lençol freático, lençol profundo.
FOSSAS SÉPTICAS: cavidade subterrânea para o despejo de resíduos orgânicos. Nesta cavidade microorganismos transformam, por fermentação, a matéria orgânica em substâncias minerais.
LENÇÓIS FREÁTICOS:corresponde a faixa de água mais próxima da superfície e pode ser retirada através de poços.



ROCHAS ÍGNEAS:  incluem todas as rochas da crosta terrestre. Origina do magma variando com o tipo de sua consolidação.



ROCHAS METAMÓRFICAS: podemos dividir a crosta da Terra em 3 zonas. Na primeira as rochas estão em processo de desintegração; os compostos solúveis são levados pelas águas à zona inferior. Na segunda, as rochas são fraturadas e as aberturas estão cheias de água, contendo muita matéria em solução. As substâncias aqui dissolvidas e as provenientes da zona superior são depositadas nas fraturas e espaços intergranulares das rochas, a chamada zona de cimentação. Na terceira zona, devido à grandes pressões as as aberturas fecham. A maior parte das rochas metamórficas se formam na zona de cimentação. Tem estruturas semelhantes às das rochas ígneas e em outra parte, às das sedimentares.



ROCHAS SEDIMENTARES IMPERMEÁVEIS: formada pela acumulação de material derivado de outras rochas pré-existentes, por processos de desintegração. É de formação porosa e por conta disso não acumula água.



AQUÍFERO: rocha cuja permeabilidade permite a retenção de água, dando origem a águas interiores ou freáticas.



LITOLOGIA: parte da geologia que estuda a constituição das rochas.



BIOSFERA: parte do planeta Terra onde pode existir vida.



ATMOSFERA: envoltório gasoso da Terra, constituído  principalmente de oxigênio, azoto argônio, gás carbônico, criptônio, xenônio, neônio e hélio.



TÓRRIDO: ardente



ESPARSOS: espalhado, disperso

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A CARTA DA TERRA

PREÂMBULO
Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.
TERRA, NOSSO LAR
A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, é viva como uma comunidade de vida incomparável. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade de vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todos os povos. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.
A SITUAÇÃO GLOBAL
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, esgotamento dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e a diferença entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causas de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.
DESAFIOS FUTUROS
A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais em nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem supridas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais e não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos no meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados e juntos podemos forjar soluções inclusivas.
RESPONSABILIDADE UNIVERSAL
Para realizar estas aspirações, devemos decidir viver com um sentido de responsabilidade universal, identificando-nos com a comunidade terrestre como um todo, bem como com nossas comunidades locais. Somos, ao mesmo tempo, cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual as dimensões local e global estão ligadas. Cada um compartilha responsabilidade pelo presente e pelo futuro bem-estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos. O espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com gratidão pelo dom da vida e com humildade em relação ao lugar que o ser humano ocupa na natureza.
Necessitamos com urgência de uma visão compartilhada de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, interdependentes, visando a um modo de vida sustentável como padrão comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos e instituições transnacionais será dirigida e avaliada.
PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA
1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.
  1. Reconhecer que todos os seres são interdependentes e cada forma de vida tem valor, independentemente de sua utilidade para os seres humanos.
  2. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.
2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
  1. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais, vem o dever de prevenir os danos ao meio ambiente e de proteger os direitos das pessoas.
  2. Assumir que, com o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder, vem a
    maior responsabilidade de promover o bem comum.
3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.
  1. Assegurar que as comunidades em todos os níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e proporcionem a cada pessoa a oportunidade de realizar seu pleno potencial.
  2. Promover a justiça econômica e social, propiciando a todos a obtenção de uma condição de vida significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.
4. Assegurar a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e às futuras gerações.
  1. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.
  2. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra a longo prazo.
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial atenção à diversidade biológica e aos processos naturais que sustentam a vida.
  1. Adotar, em todos os níveis, planos e regulamentações de desenvolvimento sustentável que façam com que a conservação e a reabilitação ambiental sejam parte integral de todas as iniciativas de desenvolvimento.
  2. stabelecer e proteger reservas naturais e da biosfera viáveis, incluindo terras selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar nossa herança natural.
  3. Promover a recuperação de espécies e ecossistemas ameaçados.
  4. Controlar e erradicar organismos não-nativos ou modificados geneticamente que
    causem dano às espécies nativas e ao meio ambiente e impedir a introdução desses
    organismos prejudiciais.
  5. Administrar o uso de recursos renováveis como água, solo, produtos florestais e vida marinha de forma que não excedam às taxas de regeneração e que protejam a saúde dos ecossistemas.
  6. Administrar a extração e o uso de recursos não-renováveis, como minerais e combustíveis fósseis de forma que minimizem o esgotamento e não causem dano ambiental grave.
6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.
  1. Agir para evitar a possibilidade de danos ambientais sérios ou irreversíveis, mesmo quando o conhecimento científico for incompleto ou não-conclusivo.
  2. Impor o ônus da prova naqueles que afirmarem que a atividade proposta não causará dano significativo e fazer com que as partes interessadas sejam responsabilizadas pelo dano ambiental.
  3. Assegurar que as tomadas de decisão considerem as conseqüências cumulativas, a longo prazo, indiretas, de longo alcance e globais das atividades humanas.
  4. Impedir a poluição de qualquer parte do meio ambiente e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas.
  5. Evitar atividades militares que causem dano ao meio ambiente.
7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
  1. Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos.
  2. Atuar com moderação e eficiência no uso de energia e contar cada vez mais com fontes energéticas renováveis, como a energia solar e do vento.
  3. Promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias
    ambientais seguras.
  4. Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda e habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam às mais altas normas sociais e ambientais.
  5. Garantir acesso universal à assistência de saúde que fomente a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.
  6. Adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e subsistência material num mundo finito.
8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover o intercâmbio aberto e aplicação ampla do conhecimento adquirido.
  1. Apoiar a cooperação científica e técnica internacional relacionada à sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.
  2. Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas que contribuem para a proteção ambiental e o bem-estar humano.
  3. Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, permaneçam disponíveis ao domínio público.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA
9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.
  1. Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, alocando os recursos nacionais e internacionais demandados.
  2. Prover cada ser humano de educação e recursos para assegurar uma condição de vida sustentável e proporcionar seguro social e segurança coletiva aos que não são capazes de se manter por conta própria.
  3. Reconhecer os ignorados, proteger os vulneráveis, servir àqueles que sofrem e habilitá-los a desenvolverem suas capacidades e alcançarem suas aspirações.
10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.
  1. Promover a distribuição eqüitativa da riqueza dentro das e entre as nações.
  2. Incrementar os recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento e liberá-las de dívidas internacionais onerosas.
  3. Assegurar que todas as transações comerciais apóiem o uso de recursos sustentáveis, a proteção ambiental e normas trabalhistas progressistas.
  4. Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais
    atuem com transparência em benefício do bem comum e responsabilizá-las pelas
    conseqüências de suas atividades.
11. Afirmar a igualdade e a eqüidade dos gêneros como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.
  1. Assegurar os direitos humanos das mulheres e das meninas e acabar com toda violência contra elas.
  2. Promover a participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida econômica, política, civil, social e cultural como parceiras plenas e paritárias, tomadoras de decisão, líderes e beneficiárias.
  3. Fortalecer as famílias e garantir a segurança e o carinho de todos os membros da
    família.
12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, com especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.
  1. Eliminar a discriminação em todas as suas formas, como as baseadas em raça, cor, gênero, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.
  2. Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como às suas práticas relacionadas com condições de vida sustentáveis.
  3. Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os a cumprir seu
    papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.
  4. Proteger e restaurar lugares notáveis pelo significado cultural e espiritual.
IV. DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ
13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e prover transparência e responsabilização no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões e acesso à justiça.
  1. Defender o direito de todas as pessoas receberem informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que possam afetá-las ou nos quais tenham interesse.
  2. Apoiar sociedades civis locais, regionais e globais e promover a participação significativa de todos os indivíduos e organizações interessados na tomada de decisões.
  3. Proteger os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de reunião pacífica, de associação e de oposição.
  4. Instituir o acesso efetivo e eficiente a procedimentos judiciais administrativos e independentes, incluindo retificação e compensação por danos ambientais e pela ameaça de tais danos.
  5. Eliminar a corrupção em todas as instituições públicas e privadas.
  6. Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes, e atribuir responsabilidades ambientais aos níveis governamentais onde possam ser cumpridas mais efetivamente.
14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.
  1. Prover a todos, especialmente a crianças e jovens, oportunidades educativas que lhes permitam contribuir ativamente para o desenvolvimento sustentável.
  2. Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na educação para sustentabilidade.
  3. Intensificar o papel dos meios de comunicação de massa no aumento da conscientização sobre os desafios ecológicos e sociais.
  4. Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma condição de vida sustentável.
15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.
  1. Impedir crueldades aos animais mantidos em sociedades humanas e protegê-los de sofrimento.
  2. Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento extremo, prolongado ou evitável.
  3. Evitar ou eliminar ao máximo possível a captura ou destruição de espécies não visadas.
16. Promover uma cultura de tolerância, não-violência e paz.
  1. Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, dentro das e entre as nações.
  2. Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos violentos e usar a colaboração na resolução de problemas para administrar e resolver conflitos ambientais e outras disputas.
  3. Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até o nível de uma postura defensiva não-provocativa e converter os recursos militares para propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.
  4. Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em
    massa.
  5. Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico ajude a proteção ambiental e a paz.
  6. Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a totalidade maior da qual somos parte.
O CAMINHO ADIANTE
Como nunca antes na História, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa destes princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta.
Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável nos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global que gerou a Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca conjunta em andamento por verdade e sabedoria.
A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Entretanto, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade tem um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva.
Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacionalmente legalizado e contratual sobre o ambiente e o desenvolvimento.
Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação dos esforços pela justiça e pela paz e a alegre celebração da vida.

quarta-feira, 21 de março de 2012

FORUM

pergunte o que quiser, sobre gestão de resíduos solidos, e gestão ambiental, sua legislação,campo de atuação, a natureza  de que é composta, o que é  o que não é reciclavel, que a sua dúvida será  esclarecida  pelos nossos professores  de educação ambiental




, todos temos um papel nesta história, os consumidores, os produtores, o governo. E cabe a cada um de nós fazer nossa parte na construção de um mundo mais limpo!

Afinal, o lixo urbano acarreta em uma série de problemas ambientais:

- entupimento de bueiros, que geram enchentes e alagamentos;

- contaminação do solo e lençol freático devido a disposição final inadequada;

- transmissão de doenças e proliferação de vetores;

- desperdício de recursos naturais.

A gestão ambiental remove o pensamento mecanicista para o pensamento sistêmico, onde o mundo é visto como um organismo vivo e não de uma máquina, isto influência nas atitudes das organizações, cujo seus objetivos não são focados apenas em aspectos econômicos, esta nova postura é motivada por uma ética ecológica, seu ponto de partida é uma mudança de valores na cultura empresarial.

O crescimento econômico irrestrito num planeta finito terá conseqüências graves e irreversíveis para a humanidade, desta maneira a sustentabilidade ecológica é critério fundamental de todas as atividades de negócios.

A ISO 14000 é uma série de normas que estabelecem diretrizes sobre a área de gestão ambiental dentro de empresas, tendo como objetivo principal balizar a produção sem que haja danos ao meio ambiente no qual a empresa esta inserida.

Frente a essa realidade do ambiente organizacional, torna-se conveniente entender o que vem a ser a gestão ambiental. Ela é entendida como um processo adaptativo e contínuo, através do qual as organizações definem, e redefinem, objetivos e metas relacionados à proteção do ambiente, à saúde de seus meios, bem como clientes e comunidade, além de selecionar estratégias e meios para atingir estes objetivos num tempo determinado através de constante avaliação de sua interação com o meio ambiente externo (SEIFFERT, 2006).

Gestão de Resíduos Sólidos é um conjunto de práticas e procedimentos que visa à eliminação das externalidades ambientais negativas provocadas pela má destinação do lixo sólido como lata de alumínio, vidro, plástico, papelão, entre outros. Um dos maiores problemas da má destinação dos resíduos sólidos são as contaminações, por bactérias e fungos, de rios, córregos, solo, lençol freático e etc, disseminando uma vasta gama de doenças provenientes da falta de gerenciamento de tais resíduos.

JORGE RENATO
Lampadas fluorescentes
09, April , 2012 05:26AM
ss
Bom dia

Tenho como missão para este ano buscar solução para o descarte de lâmpadas fluorescentes utilizadas aqui na empresa em que trabalho, após várias pesquisas descobri que todas empresas que fazem isso são de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais e que existe ônus, estou falando de Brasília DF e aqui não tem nenhuma empresa que faça este tipo de reciclagem ou descontaminação como dizem.
Minha pergunta é: Você sabe de alguma empresa que faça isso sem cobrar?

Atenciosamente.


Marcia guerra
Re: Lampadas fluorescentes
09, April , 2012 05:28PM
ss
João, só tenho os contatos, não sei se cobram, é preciso ligar:
Empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas no Brasil:

Em São Paulo

Apliquim
(11) 3722-5478
www.apliquim.com.br

Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros
(19) 9649-6867

Tramppo
(11) 3039-8382
www.tramppo.com.br

Naturalis Brasil
(11) 4496-6323 e 4591-3093
www.naturalisbrasil.com.br

Em Santa Catarina

Brasil Recicle
(47) 3333-5055
www.brasilrecicle.com.br

No Paraná

Bulbox
(41) 3357-0778
www.bulbox.com.br

Mega Reciclagem
(41) 3268-6030 e 3268-6031


Re: Grenciamento de resíduos sólidos
Mensagens: 10
Aos responsáveis pela curso

Gostaria de saber porque não responderam minhas questões anteriores? Veja, estou aprendendo sobre o assunto e se vcs acham que são redundantes as questões por mim postadas, ao menos respondam...

Como um site de cursos online deixa esse tipo de coisa acontecer???

Marcia, por favor, tenho várias questões a postar, porém se o fluxo de informação fica parado por falta de resposta, ai fica complicado...

Aguardando resposta.

Sds.
Re: Grenciamento de resíduos sólidos


Boa noite, Iremar!!


Primeiramente, peço desculpas em nome da Comexito pela demora na resposta, como a própria Márcia informou em tópico anterior, o site teve problema de envio das dúvidas dos alunos.
Meu nome é Patrícia, sou Enfermeira de controle de infecção hospitalar, trabalho com qualidade em serviços de saúde e faço parte da elaboração e implantação do Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde (PGRSS).

De acordo com as suas dúvidas, vou apresentá-las de acordo com a ordem que vc mencionou:

- Em relação ao CADRI, normalmente a empresa que retira o resíduo acaba avaliando o seu volume e o tempo que vc gera este resíduo, pois o valor é de acordo com o volume produzido x quantidade de vezes para a retirada; Vc tem muitos resíduos para serem retirados???

- O acondicionamento é o local onde vc armazena o resíduo em um determinado local da empresa, o acondicionamento normalmente ocorre em abrigo externo (área externa da empresa para armazenamento do resíduo até a retirada pela empresa que vc contratou para este fim);

- O inventário nacional de resíduos sólidos é apresentado no momento de uma fiscalização, para renovação de alvará de funcionamento, dentre outros;

- A Resuloção Conama 358/05 não substitui a NBR 12808 - Resíduos de Serviço de Saúde, atualmente os resíduos referentes à área de saúde é a RDC nº306/2002, e possui seus complementos, pois no Estado de São Paulo, tem a CVS-21 que fala sobre o descarte de medicamentos, por exemplo. Gostaria que vc me enviasse melhor a sua dúvida.


Abraços
pneus

Enviado por  Tamara  Machado
pneus


Boa noite!
pneus, são considerados classe I - perigoso ou classe II, inertes ?????
Re: pneus


 
Taysa, classe IIB, veja http://santaceciliaresiduos.com.br/residuos_especificos.html

Patrícia Shimabukuro
Re: Grenciamento de resíduos sólidos


Olá Patrícia!

Desculpe a demora...

Na realidade, não trabalho com essa parte de meio ambiente. Tenho vontade de entender como funciona o processo do CADRI para retirada de resíduos.

Sei que existem empresas que fazem esse serviço, um exemplo é a TRANSLIX, periódicamente eles vêm até a empresa que trabalho para coletar resíduos, mas pinta sempre a dúvida, como seria se nesse caso eu fosse contratado para trabalhar em uma empresa e meu patrão determinasse: "Iremar, a partir de hoje, preciso que você organize a retirada dos resíduos da empresa, porém, quero que seja feito por uma empresa idonea, ambientalmente falando".Pergunto qual deveria ser o passoa passo para obter o CADRI?

Grato!
Gostaria de saber se existe alguma lista com alguns determinados resíduos e suas classificações, ou se todos os resíduos precisa fazer o teste para saber sua classificação e qual órgão que tem essas listas.

Desde já agradeço.
Re: lista de classificação novo
18, July , 2011 06:12PM
ss
Mensagens: 1
Amigo, a ABNT NBR 1004 Tem tabelas de classificação dos residuos...
Elaboração de projeto
Elaboração de projeto
16, June , 2011 09:33AM
ss
Mensagens: 2
Boa tarde, primeiramente estou tendo a chance de participar de um curso com ótimo conteúdo, será de grande valia à complementação de minha graduação.
Tenho uma dúvida. Quanto a elaboração de um projeto, supondo que seja relacionado a dimensionamento e operação de um aterro de resíduos não perigosos, quando estiver abordando um tópico para tal, devo primeiramente constar a legislação em vigor e posterior nos comentários as NBRs referentes, ou ao contrário constar as NBRs e depois abordar a legislação para a correta execução das operações do referido aterro?
Desde já muito agradecido.
Re: Elaboração de projeto
16, June , 2011 07:15PM
ss

Mensagens: 3,265
Fernando a legislação é mandatória, veja sempre primeiro as leis depois as NR's.
Re: Elaboração de projeto
17, June , 2011 06:55PM
ss
Mensagens: 51
Boa noite, Fernando!!

Complementando a resposta da Márcia, sugiro verificar também a RDC, pois em algumas situações específicas os resíduos perigosos podem ser contemplados, além da legislação estadual e municipal se houverem.


Abraços
Re: Elaboração de projeto
20, September , 2011 10:38PM
ss
Mensagens: 2
Caro Fernando,
Este é um assunto também do meu interesse. Mas quero dar minha contribuição, como participante do fórum com a seguinte sugestão. É importante também saber quais as resoluções do conama que tratam do assunto, pois é um empreendimento que necesitará de licenciamento ambiental, além de observar as prescrições urbanísticas contempladas na Lei Federal nº 6.766/79, que regula o parcelamento do solo; observando os parâmetros urbanísticos contemplados na legislação do município; conhecer as NBR 10157/87– Aterros de resíduos perigosos – Critérios para projeto, construção e operação e a NBR 8418 – Apresentação de projetos de aterros de resíduos industriais perigosos – Procedimento. As NBR's apesar de não ser Lei tem grande puder de diretrizes nas questões de projetos, visto que são elaboradas por um comitê de especialistas. São as melhores diretrizes para qualquer projeto.
Cordialmente,
Maria do Carmo clemente
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Autor:
Rozane B.Dias.dos Santos

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